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sábado, 18 de julho de 2020


IGREJA PERSEGUIDA



10 fatos sobre a perseguição religiosa na Coreia do Norte.

300 mil cristãos são perseguidos na ditadura comunista.

A Coreia do Norte vive um regime ditatorial sob o comando de Kim Jong-un, que tem mantido o pulso firme de seu pai, Kim Jong-il, em um regime socialista autoritário.

A perseguição religiosa no país o torna o número 1 na Lista de Perseguição Religiosa, da Portas Abertas, posto alcançado desde 2002.

O governo ditatorial nega à população os direitos de liberdade de pensamento, liberdade religiosa, liberdade de expressão e de informação.

300 mil cristãos são perseguidos na ditadura comunista.

A Coreia do Norte vive um regime ditatorial sob o comando de Kim Jong-un, que tem mantido o pulso firme de seu pai, Kim Jong-il, em um regime socialista autoritário.

A perseguição religiosa no país o torna o número 1 na Lista de Perseguição Religiosa, da Portas Abertas, posto alcançado desde 2002.

O governo ditatorial nega à população os direitos de liberdade de pensamento, liberdade religiosa, liberdade de expressão e de informação.

1 – Nação mais fechada do mundo

Kim Jung-Un. (Foto: Reuters)

Para o regime de Jing-un, o cristianismo é uma religião ocidental e hostil.

Por conta disto, os cristãos precisam esconder sua crença e, quando são descobertos, passam a sofrer uma série de perseguição, como prisão, detenção em campos de trabalho forçado e até mesmo condenados à morte.

2 – 300 mil cristãos perseguidos na Coreia do Norte


Cristãos na Coreia do Norte. (Foto: Portas Abertas)

Apesar da perseguição, há trabalhos missionários sendo realizados naquele país.

A expectativa da Portas Abertas é que haja ao menos 300 mil cristãos perseguidos na Coreia do Norte.

O número exato de cristãos que vivem naquele país é incerto, mas sabe-se que a maioria frequenta igrejas secretas e domésticas e vivem sob ameaças por parte do governo.

3 – Família Kim – de cristãos a perseguidores

Fotos na Coreia do Norte. (Foto: Michal Huniewicz / Mikey.me)

Kim Il-sung

Kim Il-sung (primeiro presidente da Coreia do Norte) ia à igreja com sua família quando era criança, mas ao assumir o poder do país e não ter apoio dos cristãos, ele se revoltou contra eles.

Confrontos entre grupos prós e anticomunistas deixaram inúmeros religiosos mortos, pois eram eles os principais líderes contra o regime comunista e, antes mesmo de 1948, os cristãos foram presos e outros executados.

4 – Comunismo ou cristianismo

Fotos na Coreia do Norte. (Foto: Reuters)

Os comunistas ganharam a batalha e os cristãos foram obrigados a escolher entre abandonar a fé e se tornar comunista, fugir para a Coreia do Sul ou se tornar um mártir e ser morto ou preso pela fé.

Entre os anos de 1946 e 1953 mais de 1,5 milhão de norte-coreanos fugiram para a Coreia do Sul, sendo muitos deles cristãos.

5 – 70 anos de perseguição


Fotos na Coreia do Norte. (Foto: Gospel Herald)

Nos últimos 70 anos a vida dos cristãos norte-coreanos têm sido de insegurança.

Segundo o International Christian Concern, há pelo menos 50.000 cristãos presos por sua fé e outros milhares deles condenados em campos de trabalho forçado.

6 – Fé em segredo


Igreja Perseguida. (Foto: Portas Abertas)

Com medo do que podem acontecer, os cristãos norte-coreanos precisam manter suas crenças em segredo.

Orar e cantar hinos em voz alta não é permitido para não chamar a atenção vizinhos ou familiares que possam denunciá-los para as autoridades locais.

As igrejas são majoritariamente feita em casas ou subterrâneas, sempre com muito discrição para não serem pegos.

Ainda assim, as autoridades conseguem encontrar e punir severamente os cristãos que frequentam esses locais de culto.


7 – Prisão e tortura

Fotos na Coreia do Norte. (Foto: Michal Huniewicz / Mikey.me)

Quando são pegos, os cristãos são presos e torturados.

A International Christian Concern divulgou este ano o depoimento de uma mulher que descreveu as torturas e espancamentos que ela sofreu após ser presa por conta de sua fé.

Ela teve a cabeça raspada e enfrentava questionamentos repetitivos e violentos dos guardas sobre sua viagem para a China, sobre quem ela conheceu naquele país, sobre a igreja que ela frequentava e se tinha algum exemplar da Bíblia.

8 – Violência aos direitos humanos

Além das prisões, há relatos de cristãos que foram torturados, estuprados, executados e até mesmo crucificados por não aceitarem abandonar a cristã.
A ONG inglesa CSW já denunciou em um relatório as atrocidades cometidas pelo ditador comunista.
“Os cristãos sofrem de modo significativo por que o partido comunista que lidera o país os rotula como antirrevolucionários e imperialistas”. [8]

9 – Entidades internacionais defendem a liberdade religiosa

Várias ONGs tentam pressionar o governo comunista a garantir a liberdade de expressão e religiosa.
Este ano foi criada a Coalizão Internacional pela Liberdade Religiosa na Coreia do Norte que tem como objetivo introduzir e fomentar a questão naquele país. [9]

10 – Igreja segue crescendo

Apesar das tentativas do governo de acabar com o cristianismo no país, as atividades religiosas continuam sendo realizadas no país, com vários missionários evangelizando e com igrejas secretas sendo implantadas até mesmo dentro das prisões. [10]

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